Porque será que quando a gente deseja TANTO uma coisa a gente teme TANTO?
Porque será que os momentos decisivos nos causam tantos pesadelos, tantas noites mal dormidas, tantas roladas na cama?
Eu bem que podia ser menos ansiosa e menos desesperada. Será que fico assim por querer demais o impossível? Ou será que me falta confiança pra acreditar que tudo acaba bem sempre?
Não sei... Mas minhas noites andam muito mal dormidas, com direito a coceira no corpo todo, calor, frio, sonhos doidos, medonhos e uma loucura pra acordar logo.
Meus dias? Esses andam bem compridos, com longas horas que se arrastam, num buscar incessante, num esperar desesperador. Esperar uma resposta, esperar pelo fim do dia, esperar para poder voltar a dormir logo, esperar pelo fim de semana, esperar para riscar com marca texto mais alguns dias do calendário... E assim tem sido, meio bobo, meio inútil, meio insosso, mas seguindo em frente.
Entremeando dias longos de trabalho, tenho almoços divertidos, e-mails engraçados, piadas, sapatinhos, shoppings, jantares e livros. Isso me faz um pouco de companhia durante meu longo período de espera. Aliás, nunca achei que a comédia seria tão boa companhia. Comédia na televisão, no teatro, nas revistas, nos amigos. Ainda bem que encontrei “amigos Bozos” para me fazerem companhia.
E sigo na espera, no aguardo, esperando, sonhando.
Aliás acho que aí que morar o erro: sonhar só com o futuro, sem lembrar que sonhei também esse presente. Sonhei estar aqui e hoje me dou por completo para perpetuar esse sonho. Me dou de corpo e de alma. Sem família, sem entes queridos por perto. Tenho apenas o trabalho e os amigos Bozos.
Agora, mais um ciclo do esperar se inicia. Uma espera de mais uns trinta dias para poder voltar a um ciclo antigo e matar as saudades.
Sinto que vou levar tanta coisa boa na bagagem. Sinto que vou sentir saudades de tanta coisa que vivi nesse último ano. Sinto que vou me sentir tão mais completa. E sinto medo, o bom e velho companheiro da boa e velha Elisa. Medo da resposta, medo do futuro, medo de algo dar errado, medo do esforço ter sido em vão...
Dedos cruzados e boa sorte!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Saudades de acordar às 8 da manhã e vestir uma regata. Saudades de pegar o carro e ouvir a música que eu quiser. Saudade de comer o que me derem e reclamar por isso. Saudades de sair de casa sem casacos e mais casacos. Saudades de um dia lindo, sem nuvens, sem fumaça, sem cinza. Saudades do céu aberto e azul sempre. Saudades de dirigir todo dia pra onde eu quiser. Saudades de nunca ter que pegar táxi ou andar a pé. Saudades de manter distância de aviões e aeroportos. Saudades de pedir pizza todo domingo à noite. Saudades de estar à toa à tarde e receber um convite pra ir ao shopping. Saudades da soneca depois do almoço. Saudades de sentir o ar condicionado bem forte quando ele é realmente necessário. Saudade de sair à noite durante a semana. Saudades de ir pro salão quando o cabelo ta um bagaço. Saudades de sair com cabelo liso, brilhante, soltinho e mega hidratado depois de uma tarde maravilhosa de cuidados. Saudades de passear de mãos dadas. Saudades de ir ao cinema. Saudades de pegar milhões de filmes na Blockbuster e devorar todos. Saudades de passar um monte de tempo numa livraria olhando e comprando livros. Saudades do prazer de ler. Saudades da concentração em qualquer tipo de leitura. Saudades de viajar de carro aos fins de semana. Saudades de piscina no sábado. Saudade de ficar vermelha como um pimentão. Saudades da segurança de casa. Saudades da paz de ter a sua vida. Saudades da sensação de liberdade de poder ser quem você é e poder amar tudo o que você ama. Saudades de não ter que ouvir bajulações irritantes o dia todo. Saudades de não ver a falsidade escancarada tão característica das pessoas aqui. Saudades da simplicidade das pessoas. Saudades do “R” bem puxado, bem goiano. Saudades de colocar um vestidinho gostoso e sentir um calor terrível. Saudades dos jantares leves em noites quentes. Saudades da minha terra. Saudades das minhas raízes...
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Complexo de Bridget
Pode ser que esse blog se torne de agora em diante algo semelhante ao Diário de Bridget Jones. Sei que muitos vão perguntar por que Bridget Jones. E minha resposta é curta e grossa: gordinha e encalhadinha, que definitivamente não entende os homens e nunca os vai entender.
É isso mesmo galera, virei a Bridget Jones.
Nada de Nizan Guanaes... a minha toda poderosa do momento é ela, com seus 10 quilos a mais, com um coração cheio de buraquinhos, calcinhas enormes, muito álcool, cigarros e palavrões. Terminar um relacionamento é sempre foda. Não é nada fácil juntar os caquinhos pra se levantar novamente. Mas como todo mundo passa, lá vou eu também ne? Não sou uma simples mortal???
E do mesmo jeito que a minha “musa inspiradora” vou usar um diário pra me consolar, pra confessar minhas dores, minhas alegrias, minhas conquistas e meus retrocessos. Homens não são fáceis. Relacionamentos também não são nada fáceis. E entregar seus mais puros sentimentos nas mãos de um HOMEM é a pior coisa que uma mulher inteligente poderia fazer. É to revoltada mesmo.
Não consigo trabalhar minha cabeça de maneira a compreender como uma pessoa pode num dia dizer com todas as letras que te ama, e no outro dia te dizer que precisa repensar o que sente. É inacreditável, é inaceitável. Não acredito que alguns milhares de quilômetros possam fazer tudo isso na cabeça de uma pessoa.
Mas já que o momento é de recomeço, vamos aos saltos altos, a dieta, as calças justas, aos decotes, aos gloss, aos quilos perdidos, as guerras, as festas, ao salão de beleza. E viva os clubes das luluzinhas, viva as manicures, vive os absorventes.
E como diria meu chefe, viva as mulherices!
É isso mesmo galera, virei a Bridget Jones.
Nada de Nizan Guanaes... a minha toda poderosa do momento é ela, com seus 10 quilos a mais, com um coração cheio de buraquinhos, calcinhas enormes, muito álcool, cigarros e palavrões. Terminar um relacionamento é sempre foda. Não é nada fácil juntar os caquinhos pra se levantar novamente. Mas como todo mundo passa, lá vou eu também ne? Não sou uma simples mortal???
E do mesmo jeito que a minha “musa inspiradora” vou usar um diário pra me consolar, pra confessar minhas dores, minhas alegrias, minhas conquistas e meus retrocessos. Homens não são fáceis. Relacionamentos também não são nada fáceis. E entregar seus mais puros sentimentos nas mãos de um HOMEM é a pior coisa que uma mulher inteligente poderia fazer. É to revoltada mesmo.
Não consigo trabalhar minha cabeça de maneira a compreender como uma pessoa pode num dia dizer com todas as letras que te ama, e no outro dia te dizer que precisa repensar o que sente. É inacreditável, é inaceitável. Não acredito que alguns milhares de quilômetros possam fazer tudo isso na cabeça de uma pessoa.
Mas já que o momento é de recomeço, vamos aos saltos altos, a dieta, as calças justas, aos decotes, aos gloss, aos quilos perdidos, as guerras, as festas, ao salão de beleza. E viva os clubes das luluzinhas, viva as manicures, vive os absorventes.
E como diria meu chefe, viva as mulherices!
domingo, 19 de agosto de 2007
Trabalho
Todo mundo me pergunta como é trabalhar numa mega agência de publicidade como a que eu trabalho. E hoje vou dar uma descrição direta: é MUITO divertido!
Ontem ainda comentei isso com uma amiga, que trabalhando aqui a minha criatividade aflorou. Passo praticamente doze horas do meu dia convivendo com feras da criação, divido minha rotina com pessoas super interessantes, que se divertem muito trabalhando, que levam e vivem a vida de um jeito leve, de um jeito novo e de um jeito mais colorido até. As roupas tem cores, formas, movimentos e variedade. Os estilos são incontáveis. As personalidades são indescritíveis. O humor é “multipolar”. E o melhor de tudo é que todo mundo se diverte, por mais que odeie o que faça.
Alguém já imaginou o presidente de um banco, que desce de um andar para o outro através de um cano de bombeiro? O meu presidente desce. Alguém já imaginou um presidente de uma empresa qualquer contar piadas do alto de seu andar para as pessoas que estão embaixo rirem? O meu presidente conta. Alguém já imaginou um juiz de Direito gritar com alguém de uma maneira fofa? O meu presidente grita. To comparando tudo isso pra tentar demonstrar que o meu ambiente de trabalho, apesar das inúmeras pressões diárias, é um ambiente diferente, onde as pessoas podem conversar, rir, brincar, sem aquele peso corporativo normal a outras empresas de outros setores.
Propaganda... um mundo de sonhos. Publicitários... um bando de doido que faz propaganda.
É engraçado perceber hoje, que o que encontrei aqui não foi nada do que eu imaginei um dia que pudesse encontrar. Imaginava pessoas metidas, enfiadas em panelinhas, que iriam me discriminar por vir de um lugar diferente do mundinho fechado deles. Claro que essas figurinhas aí existem na agência, assim como infelizmente existem em todo lugar. Mas se eu for olhar o todo, encontrei anjos que conseguem me encaixar em tudo nessa vida nova.
Aqui a gente consegue pensar e criar coisas, porque mesmo que elas não passem de uma grande besteira, elas podem acabar sendo divertidas e sendo divertidas já são maravilhosas. Essa liberdade de expressão nos vários campos da vida de todos faz com que a nossa mente trabalhe, busque coisas novas, anseie por coisas diferentes e faça coisas mais alegres.
Uns dizem que propaganda só serve pra enganar, pra mentir, pra iludir. Pois eu digo que não. A maior parte das propagandas são feitas por sonhadores, que vivem em um mundo onde tudo é possível. E propaganda pra mim é um sonho. Um sonho que nos permite comer a melhor pipoca do mundo com um Guaraná mega gelado, que nos deixa ser pequenos Mamíferos, que de repente revela o nosso Lado B, que faz a gente cantar a mesma música o dia todo, que nos faz sentar só pra ver aquela peça que é a nossa cara, que arranca umas boas risadas de todos no meio do Jornal Nacional lotado de notícias não muito legais.
Enfim, viver num mundo de propaganda, é viver num mundo que a todo instante me fascina, me abre a cabeça e me faz querer ser mais, ver mais, conhecer mais, inventar mais, fantasiar mais e viver muito mais. Viver propaganda é viver experiências completamente diferentes que as vezes chega a chocar os mais conservadores. Mas os conservadores que me perdoem, mas acho que essa vida tem muito mais graça com a presença excêntrica dos publicitários e das propagandas.
Ontem ainda comentei isso com uma amiga, que trabalhando aqui a minha criatividade aflorou. Passo praticamente doze horas do meu dia convivendo com feras da criação, divido minha rotina com pessoas super interessantes, que se divertem muito trabalhando, que levam e vivem a vida de um jeito leve, de um jeito novo e de um jeito mais colorido até. As roupas tem cores, formas, movimentos e variedade. Os estilos são incontáveis. As personalidades são indescritíveis. O humor é “multipolar”. E o melhor de tudo é que todo mundo se diverte, por mais que odeie o que faça.
Alguém já imaginou o presidente de um banco, que desce de um andar para o outro através de um cano de bombeiro? O meu presidente desce. Alguém já imaginou um presidente de uma empresa qualquer contar piadas do alto de seu andar para as pessoas que estão embaixo rirem? O meu presidente conta. Alguém já imaginou um juiz de Direito gritar com alguém de uma maneira fofa? O meu presidente grita. To comparando tudo isso pra tentar demonstrar que o meu ambiente de trabalho, apesar das inúmeras pressões diárias, é um ambiente diferente, onde as pessoas podem conversar, rir, brincar, sem aquele peso corporativo normal a outras empresas de outros setores.
Propaganda... um mundo de sonhos. Publicitários... um bando de doido que faz propaganda.
É engraçado perceber hoje, que o que encontrei aqui não foi nada do que eu imaginei um dia que pudesse encontrar. Imaginava pessoas metidas, enfiadas em panelinhas, que iriam me discriminar por vir de um lugar diferente do mundinho fechado deles. Claro que essas figurinhas aí existem na agência, assim como infelizmente existem em todo lugar. Mas se eu for olhar o todo, encontrei anjos que conseguem me encaixar em tudo nessa vida nova.
Aqui a gente consegue pensar e criar coisas, porque mesmo que elas não passem de uma grande besteira, elas podem acabar sendo divertidas e sendo divertidas já são maravilhosas. Essa liberdade de expressão nos vários campos da vida de todos faz com que a nossa mente trabalhe, busque coisas novas, anseie por coisas diferentes e faça coisas mais alegres.
Uns dizem que propaganda só serve pra enganar, pra mentir, pra iludir. Pois eu digo que não. A maior parte das propagandas são feitas por sonhadores, que vivem em um mundo onde tudo é possível. E propaganda pra mim é um sonho. Um sonho que nos permite comer a melhor pipoca do mundo com um Guaraná mega gelado, que nos deixa ser pequenos Mamíferos, que de repente revela o nosso Lado B, que faz a gente cantar a mesma música o dia todo, que nos faz sentar só pra ver aquela peça que é a nossa cara, que arranca umas boas risadas de todos no meio do Jornal Nacional lotado de notícias não muito legais.
Enfim, viver num mundo de propaganda, é viver num mundo que a todo instante me fascina, me abre a cabeça e me faz querer ser mais, ver mais, conhecer mais, inventar mais, fantasiar mais e viver muito mais. Viver propaganda é viver experiências completamente diferentes que as vezes chega a chocar os mais conservadores. Mas os conservadores que me perdoem, mas acho que essa vida tem muito mais graça com a presença excêntrica dos publicitários e das propagandas.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Está acontecendo alguma coisa? Sim!
Quando a gente tá mal, a nossa tendência é pensar que nunca vamos sair dessa e sentirmos pena de nós mesmos. Estou passando por um período bastante turbulento na minha vida pessoal, que está me causando uma dor enorme, mas que ao mesmo tempo me faz abrir os olhos para mais uma vida nova!
Já disse aqui uma vez que acho que a vida é formada por ciclos, que começam, se desenvolvem e se acabam. Estou na parte em que um ciclo terminou e terminar nunca é fácil quando não se espera o término e não se deseja o mesmo. No começo do fim, me revoltei me indgnei, tive vontade de gritar, de bater, de matar, de chorar. Agora sinto tristeza e um aperto no coração. Tenho dúvidas intermináveis, questionamentos sem respostas. Mas ao mesmo tempo que isso me perturba, hoje coisas novas começaram a entrar nos meus pensamentos. Não quero sentir pena de mim, quero mudar e quero melhorar. Quero ser mais otimista e conquistar novas vitórias. Quero ver mais coisas novas e viver uma vida diferente. Quero olhar pro mundo e ver que existem muitas opções nele.
Hoje alguma coisa me fez pensar em viajar, em morar fora um tempo, em buscar novas experiências. Alguma coisa me fez querer aproveitar meu tempo, minha idade, minha pouca responsabilidade. Senti um impulso e um desejo enorme de ousar, de fazer coisas malucas, de estudar bem mais, de aprender tudo que eu puder. Senti que ao mesmo tempo em que fecham a porta na sua cara, Deus e a vida te abrem uma porta com um caminho novinho, pra você seguir com novas histórias, com novos desafios e claro, novas conquistas.
Não busco companhias novas, não busco paixões novas, não busco farra e nem beijo na boca. Mas quero meu amor-próprio de volta. Aquele amor que a gente substitui pelo amor ao outro. Aquele amor-próprio que faz os outros de amarem, te admirarem, e que na falta dele faz as pessoas sentirem pena de você e falarem pra você que o problema não é você, mas ele mesmo.
Quero amor-próprio, quero auto-estima, quero sonhos, quero realizações, quero otimismo, quero sorrisos, quero viagens, quero cultura, quero diversão, quero coisas doces, quero leveza, quero sol e quero verão. Um verão que vai chegar na minha vida e que vai ficar pra sempre!
Já disse aqui uma vez que acho que a vida é formada por ciclos, que começam, se desenvolvem e se acabam. Estou na parte em que um ciclo terminou e terminar nunca é fácil quando não se espera o término e não se deseja o mesmo. No começo do fim, me revoltei me indgnei, tive vontade de gritar, de bater, de matar, de chorar. Agora sinto tristeza e um aperto no coração. Tenho dúvidas intermináveis, questionamentos sem respostas. Mas ao mesmo tempo que isso me perturba, hoje coisas novas começaram a entrar nos meus pensamentos. Não quero sentir pena de mim, quero mudar e quero melhorar. Quero ser mais otimista e conquistar novas vitórias. Quero ver mais coisas novas e viver uma vida diferente. Quero olhar pro mundo e ver que existem muitas opções nele.
Hoje alguma coisa me fez pensar em viajar, em morar fora um tempo, em buscar novas experiências. Alguma coisa me fez querer aproveitar meu tempo, minha idade, minha pouca responsabilidade. Senti um impulso e um desejo enorme de ousar, de fazer coisas malucas, de estudar bem mais, de aprender tudo que eu puder. Senti que ao mesmo tempo em que fecham a porta na sua cara, Deus e a vida te abrem uma porta com um caminho novinho, pra você seguir com novas histórias, com novos desafios e claro, novas conquistas.
Não busco companhias novas, não busco paixões novas, não busco farra e nem beijo na boca. Mas quero meu amor-próprio de volta. Aquele amor que a gente substitui pelo amor ao outro. Aquele amor-próprio que faz os outros de amarem, te admirarem, e que na falta dele faz as pessoas sentirem pena de você e falarem pra você que o problema não é você, mas ele mesmo.
Quero amor-próprio, quero auto-estima, quero sonhos, quero realizações, quero otimismo, quero sorrisos, quero viagens, quero cultura, quero diversão, quero coisas doces, quero leveza, quero sol e quero verão. Um verão que vai chegar na minha vida e que vai ficar pra sempre!
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Erros
Engraçado como a gente faz TUDO para as coisas darem certo e algumas vezes elas não dão mesmo!
Você xinga, briga, grita, chora, bate, leva, apanha, cai, levanta e sofre e no final as coisas desandam.
Você faz planos, sonha, deseja e luta pra no final acabar sozinha, com um monte de sonho besta e inútil na sua frente.
Você corre atrás, aceita defeitos agregados, engole um brejo inteiro cheio de sapos, agüenta coisas inaceitáveis pra no fim ver que nada disso era necessário.
Você se veste, se arruma, se perfuma, se desdobra em elogios, se vira em milhões pra comprar presentes, mimos e agrados carinhosos e no final não recebe nem um obrigado.
Você engole os ciúmes, aceita o passado, convive maravilhosamente bem com os erros, dá atenção até quando não precisam dela, se mostra simpática e agradável pra tentar agradar aos próximos, pra no fim perceber que não agradou ninguém, nem o alvo nem os agregados.
Você vê as pessoas te pisarem, te sapatearem, se deliciarem com suas derrotas e não fala nada, simplesmente pra conseguir conviver em paz e numa boa, pra que no final continuem a rir da sua cara e idolatrem quem faz grosseria e maldade.
Você deixa seus amigos, seus programas favoritos, as festas da sua família que você adora, pra ir a festas horrorosas, programas de índio sem tamanho e aceitar pessoas que te odeiam, pra no fim ver que nada disso valeu à pena.
Você grita, implora por atenção, implora as verdades verdadeiras, pede e oferece uma sinceridade sem limite, se doa, concerta seus erros, muda tudo pra não incomodar com seus defeitos, tenta ser boa o suficiente pra no final escutar “o problema não é você, sou eu” ...
Você xinga, briga, grita, chora, bate, leva, apanha, cai, levanta e sofre e no final as coisas desandam.
Você faz planos, sonha, deseja e luta pra no final acabar sozinha, com um monte de sonho besta e inútil na sua frente.
Você corre atrás, aceita defeitos agregados, engole um brejo inteiro cheio de sapos, agüenta coisas inaceitáveis pra no fim ver que nada disso era necessário.
Você se veste, se arruma, se perfuma, se desdobra em elogios, se vira em milhões pra comprar presentes, mimos e agrados carinhosos e no final não recebe nem um obrigado.
Você engole os ciúmes, aceita o passado, convive maravilhosamente bem com os erros, dá atenção até quando não precisam dela, se mostra simpática e agradável pra tentar agradar aos próximos, pra no fim perceber que não agradou ninguém, nem o alvo nem os agregados.
Você vê as pessoas te pisarem, te sapatearem, se deliciarem com suas derrotas e não fala nada, simplesmente pra conseguir conviver em paz e numa boa, pra que no final continuem a rir da sua cara e idolatrem quem faz grosseria e maldade.
Você deixa seus amigos, seus programas favoritos, as festas da sua família que você adora, pra ir a festas horrorosas, programas de índio sem tamanho e aceitar pessoas que te odeiam, pra no fim ver que nada disso valeu à pena.
Você grita, implora por atenção, implora as verdades verdadeiras, pede e oferece uma sinceridade sem limite, se doa, concerta seus erros, muda tudo pra não incomodar com seus defeitos, tenta ser boa o suficiente pra no final escutar “o problema não é você, sou eu” ...
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Será???
Não sei se o que estou procurando nesse momento é uma fuga...
Não sei se estou vendo a realidade.
Não sei se estou sonhando algo impossível.
Não sei se estou dando um passo errado.
Quanto mais o tempo passa, mais as coisas se complicam. Preciso concluir um ciclo e começar um novo. A conclusão já é praticamente certa. Mas o início não. E isso me apavora, me arrepia, me enche de medo e dúvida.
Os resultados não têm sido os esperados. Me sinto meio de molho. Me sinto inútil. Sinto como se nada do meu esforço estivesse valendo à pena. Porque tentar eu tento. Eu tenho vontade, eu cumpro meus horário que não são nada fáceis, eu faço com determinação todas as tarefas que me dão. Mas mesmo assim, não vejo resultados. Parece que o que eu faço não me acrescenta em nada. Pode ser a área errada, pode ser que eu esteja num lugar errado no momento. Mas isso me desespera, me angustia.
Não posso nem pensar em falar que preciso de uma nova oportunidade. Mas sei que preciso. Preciso ir pro lugar certo na hora certa e começar a sentir a experiência nascer dentro de mim. Preciso ser a profissional que eu já deveria ser, mas não consigo e não enxergo o que me faz ficar travada sempre no mesmo lugar.
Pode ser que eu esteja me precipitando demais. Mas o medo é muito grande. É ruim demais ter a consciência de que preciso aprender, de que preciso trabalhar e ganhar experiência, mas ao mesmo tempo ter noção da realidade e compreender que muitas vezes as pessoas não vão colaborar nem um pouco com isso. O desafio é conseguir aprender aquilo que ninguém tem tempo suficiente pra te ensinar. O desafio é conseguir fazer com que as pessoas confiem em você e que te dêem coisas importantes pra fazer. O desafio é fazer coisas que valham a pena, fazer coisas que me acrescentem algo importante e que principalmente me façam crescer.
Mas sei que desesperar não adianta. E nem precisa me dizer que pessimismo é ruim, porque já to careca de saber que é. Mas impossível não sentir-se um pouco pessimista quando você tem tantas dúvidas enormes na sua cabeça. Porque o medo é só um: levar um tombo enorme mais tarde. Bom mas é isso...deixa os dias passarem. Só espero voltar a escrever quando tiver boas notícias.
Não sei se estou vendo a realidade.
Não sei se estou sonhando algo impossível.
Não sei se estou dando um passo errado.
Quanto mais o tempo passa, mais as coisas se complicam. Preciso concluir um ciclo e começar um novo. A conclusão já é praticamente certa. Mas o início não. E isso me apavora, me arrepia, me enche de medo e dúvida.
Os resultados não têm sido os esperados. Me sinto meio de molho. Me sinto inútil. Sinto como se nada do meu esforço estivesse valendo à pena. Porque tentar eu tento. Eu tenho vontade, eu cumpro meus horário que não são nada fáceis, eu faço com determinação todas as tarefas que me dão. Mas mesmo assim, não vejo resultados. Parece que o que eu faço não me acrescenta em nada. Pode ser a área errada, pode ser que eu esteja num lugar errado no momento. Mas isso me desespera, me angustia.
Não posso nem pensar em falar que preciso de uma nova oportunidade. Mas sei que preciso. Preciso ir pro lugar certo na hora certa e começar a sentir a experiência nascer dentro de mim. Preciso ser a profissional que eu já deveria ser, mas não consigo e não enxergo o que me faz ficar travada sempre no mesmo lugar.
Pode ser que eu esteja me precipitando demais. Mas o medo é muito grande. É ruim demais ter a consciência de que preciso aprender, de que preciso trabalhar e ganhar experiência, mas ao mesmo tempo ter noção da realidade e compreender que muitas vezes as pessoas não vão colaborar nem um pouco com isso. O desafio é conseguir aprender aquilo que ninguém tem tempo suficiente pra te ensinar. O desafio é conseguir fazer com que as pessoas confiem em você e que te dêem coisas importantes pra fazer. O desafio é fazer coisas que valham a pena, fazer coisas que me acrescentem algo importante e que principalmente me façam crescer.
Mas sei que desesperar não adianta. E nem precisa me dizer que pessimismo é ruim, porque já to careca de saber que é. Mas impossível não sentir-se um pouco pessimista quando você tem tantas dúvidas enormes na sua cabeça. Porque o medo é só um: levar um tombo enorme mais tarde. Bom mas é isso...deixa os dias passarem. Só espero voltar a escrever quando tiver boas notícias.
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